AGRIHOODS É um bairro cujo design e operação é centrado em torno da produção e elaboração de produtos alimentícios. A prática tem como características: Redução de “kilometragem do alimento” (food miles) Reduz o uso de pesticidas, herbicidas e fertilizantes Reciclagem de nutrientes reduz o desgaste da terra. Cria uma cultura e identidade de gastronomia Incrementa o turismo Reduz a amplitude da monocultura Aumento de nutrientes alimentares e saúde Reduz emissão de gases de efeito estufa associados ao transporte de alimentos Promove economia local e economia circular Proporciona benefícios psicológicos Fortalece os laços sociais Desafios a superar: Zoneamentos e leis que proibem pecuária, aves e árvores frutíferas dentro de bairros e espaços públicos; Zoneamento baseado em uso de ocupação que proíbe a venda e a preparação de alimentos dentro de áreas residenciais; Preconceito e noções preconcebidas sobre o papel da produção de alimentos no bairro; Pressão corporativa e lobbies para impedir que as agrihoods se expandam; Inércia cultural que favorece campos de golf, haras e paisagens ornamentais acima de paisagens produtivas. Oportunidades: Temos a grande possibilidade de produzir alimentos no Brasil com sistemas agroflorestais, temos know-how, terras férteis, técnicos disponíveis e mão-de-obra; Recomposição florestal e produção de alimentos gera mídia espontânea além de ser uma iniciativa efetiva de recomposição de biodiversidade; Pode induzir a composição de corredores verdes com as propriedades vizinhas e/ou áreas de preservação dos arredores, constituindo uma conexão para a fauna local; Alternativa para associar a iniciativa privada com ações ambientais num processo em que todos ganham. Projetos:

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